Segundo Araújo, “de uma como da outra, pode-se afirmar que foram alijadas das conversas cotidianas, em um mundo dominado pela preocupação com a sobrevivência, com a fama e com o êxito econômico e profissional a qualquer custo. No livro, porém, merecem ênfase especial, pois entendo que a literatura deva recuperar os espaços excluídos da vida cotidiana, por meio da exploração do que há de trágico, de mágico e de sublime nas situações ditas corriqueiras.”
sexta-feira, 7 de novembro de 2008
Retratos do fim
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