domingo, 13 de abril de 2008

SENAD lança três concursos anti-drogas com premiação de até R$ 4 mil.

A Secretaria Nacional Antidrogas (Senad) está promovendo três concursos voltados à discussão e prevenção do uso de drogas no Brasil. Com o tema “A prevenção do uso indevido de drogas na comunidade”, os concursos de Cartazes, Fotografia e Jingles encerram inscrições no dia 25 de abril exigindo o ineditismo do material apresentado para a disputa.

No VI Concurso Nacional de Fotografia, os participantes só podem escrever um único trabalho sendo que cada candidato (amador ou profissional) ao prêmio concorre em uma única categoria. A fotografia deve ser entregue com a ficha de inscrição preenchida e ser ampliada no formato 20x25cm ou 20x30cm, revelada em papel fotográfico contendo no verso o título da foto, as iniciais do nome do concorrente e a sigla do estado. No caso de fotografia digital, a resolução mínima exigida pelo regulamento é de 3,2 mega-pixel.

Também na sexta edição, o Concurso Nacional de Jingles pode ser disputado individualmente ou em grupo. O Jingle deve ter de 25 a 30 segundos precisando ser encaminhado em um CD, contendo três inserções do mesmo jingle e um arquivo de texto com a letra da música. O CD deve ser identificado com o título do trabalho, inicial do nome do concorrente e a sigla do estado do participante.

Com o objetivo de prevenir o uso de drogas nas escolas por meio de ações educativas baseadas na informação e no lúdico, o IX Concurso Nacional de Cartazes é voltado aos alunos da 1ª a 5ª série do ensino fundamental.O material dos concursos deve ser enviado, via Correios, à Praça dos Três Poderes, Palácio do Planalto, Anexo II, Ala B, sala 211, CEP 70.150-900 – Brasília –DF. Outras informações podem ser obtidas no site: http://www.obid.senad.gov.br/

Primeira Conferência GLBT discute Regimento


A primeira Conferência Estadual de Políticas Públicas para GLBT, realizada no auditório da reitoria da Universidade do Estado do Amazonas (UEA), discutiu detalhes da composição do regimento interno que orienta os governos Estadual e Federal na criação de políticas públicas voltadas para GLBT.


Com o objetivo de combater a violência contra gays, lésbicas, bissexuais e transgêneros, o regimento prevê um diálogo amplo entre autoridades e gestores públicos com os diversos seguimentos da sociedade para assuntos relacionados à Política Nacional de Promoção da Cidadania de gays, lésbicas, bissexuais e travestis.


As propostas discutidas e adotadas pelo regimento estadual serão levadas à discussão na Conferência Nacional, que acontece entre os dias 06 e 08 de junho, em Brasília.


Segundo a representante da Secretaria Especial de Direitos Humanos da Presidência da República, Adeyde Viana, esse é o momento ideal para que as necessidades e anseios do seguimento GLBT sejam discutidos e construídos para assim tentar resolver os problemas.


De acordo com a antropóloga especializada em minorias sociais, Iraildes Caldas, a realização da primeira conferência é um marco na construção da cidadania GLBT porque é resultado de um movimento histórico de lutas que remonta à década de 80. “Foi a primeira vez que Manaus mostrou a cara e que a política pública surgiu como forma de enfrentamento à violência praticada contra os GLBT”, disse Iraildes acrescentando que a discussão de políticas públicas para essas minorias foi iniciada no governo do presidente Luiz Inácio Lula da Silva.


O evento organizado pelo Departamento de Direitos Humanos da Secretaria de Estado de Justiça e Direitos Humanos (Sejus) contou com a participação de representantes do seguimento GLBT e da Secretaria Especial de Direitos Humanos, vinculada ao gabinete da presidência da república.

sábado, 12 de abril de 2008

Nossos Jornais

Por Luiz Guilherme
Quando posso, leio todos os jornais locais. Não leio só porque sou estudante de Jornalismo. Sempre li. Desde criança. Lembro que minhas mãozinhas ficavam sujas de tinta.

O jornalismo baré, embora tenha suas limitações (um deles é a falta do hábito de ler por parte dos amazonenses), têm melhorado a cada ano que passa. Sim, ainda há por trás de cada jornal impresso amazonense um político (eles insistem em se auto denominar independentes). No entanto, o mérito é dos excelentes profissionais que temos. Eles são capazes de tirar leite de pedra.

Quero fazer uma breve análise sobre os jornais impressos mais conhecidos da capital amazonense.

Para começar, tenho simpatia pelo Diário do Amazonas. Ótimo visual, fotografias excelentes e uma linguagem formal, porém, compreensível para todos os tipos de leitores. Um dia já foi “espreme-sai-sangue”. Mudou com o passar dos anos e hoje conquistou o respeito de muitos e briga pela liderança com o tradicional jornal da família Calderaro. O pecado do Diário é o caderno cultural, chamado Blitz. É apenas uma versão menor da revista “Ti-Ti-Ti”. Há muita fofoca e release sobre eventos. E as outras matérias limitam-se a anunciar shows (Samba Manaus, show dos Rebeldes, xiados e gemidos etc.) e a falar sobre eles no dia seguinte. Serve mais como guia paras as farras. Reportagens reflexivas sobre as mais diversas manifestações culturais, resenhas instigantes sobre livros e filmes, que é bom, nada.

Outro jornal é o A Crítica. Era meu preferido quando criança e sempre o considerei a “Rede Globo dos impressos”. Mas, vale frisar, que o que mantêm o jornal em cima, mesmo nos momentos de crises, é o público fiel, conquistados ao longo de seus mais de 60 anos.

No último semestre do ano passado, o jornal estava insuportável de ler. Linguagem, quadrada demais (exceção de algumas reportagens), escassez de textos criativos e agradáveis. Bastava ler uma linha para desistir da leitura. O visual ultrapassado cooperava para o cansaço. Nem as edições dominicais se salvavam, e só vendiam por causa dos classificados. Mas, depois de todos os rivais se reformularem, finalmente surgiu o novo A Crítica, que ultimamente vem roubando minhas atenções. A nova roupagem deu novo fôlego ao periódico, embora tenha desagradado alguns. Porém, a linguagem quadrada continua, principalmente nos cadernos de Economia, Política e Cidades.

O grande mérito do novo A Crítica ficou por conta do caderno esportivo, agora chamado de Craque, substituindo o jurássico “Esportes”. Tirinhas e charges excelentes feitas por desenhistas locais, matérias criativas feitas pelos repórteres do jornal ao invés de apenas publicar notícias vindas das agências (inclusive as matérias sobre os clubes cariocas) e uma linguagem leve e criativa, levam o caderno esportivo de A Crítica, na minha humilde opinião, ao título de Manaus. Você deve estar se perguntando: e o Lance! Do Diário? O Lance! É bom, mas não é feito aqui, e dentro do caderno só tem duas páginas reservadas às notícias locais.

O Jornal também possui o melhor caderno cultural (o Bem-Viver). Embora, esteja longe do ideal. O Jornalismo cultural, nos últimos anos, não tem sido o forte da nossa impressa.

O Amazonas Em Tempo sempre foi o terceiro. Com a nova roupagem prometeu ameaçar os líderes. Pudera, os investimentos foram pesados. Tanto que surgiu a TV EmTempo e a rádio Transamérica. Custa um real e tem conquistado leitores fiéis, mais por causa do preço. Agora, a minha visão. O novo Amazonas Em Tempo me conquistou no início, porém, depois mudei de opinião. A linguagem é simples demais e o projeto gráfico se desgastou rapidamente. Ler o jornal é uma tarefa árdua. As noticias são “feijão-com-arroz” e até hoje não li uma notícia ou reportagem criativa e ousada. Nem tudo é pedra. O jornal merece aplausos por ser o único no Amazonas a ter um caderno sobre o Meio Ambiente. Algumas matérias são confusas, mas, vale pela iniciativa. Também é o único jornal amazonense a dedicar um caderno para as crianças, o jornalzinho semanal Curumim, criado pelo jornalista premiado (tem dois prêmios Esso) Mário Adolfo.

O Maskate nem se fale, olho só de longe. Linguagem obscena e sensacionalismo são seus carros-chefes. O tablóide só reforça aquele estereótipo de que popular é sinônimo de vulgaridade. Suas “notícias” desrespeitam o ser humano e a fotografia da capa quanto mais sangrenta melhor, e para chamar a atenção sempre tem mulher seminua na capa. É o exemplo manaura de jornalismo marrom ou amarelo. Critico porque já li.

O mesmo digo para o Jornal do Comércio. Não é sensacionalista, mas também só faço olhar quando passo nas bancas. O jornal centenário, que um dia já foi o grande rival de A Crítica, resolveu focar apenas em um assunto: Economia. Por isso, tem seu público-alvo definido.

É inevitável não falar sobre os extintos. Antigamente, o falecido Correio Amazonense era meu preferido. Preço acessível (boa parte de sua existência custou 1 real nos dias úteis), notícias factuais criativas, ótimo visual e fotografia. O Jornal era tão bom que em apenas um ano de existência tirou o segundo lugar do Diário do Amazonas e já estava ameaçando o jornal A Crítica. Chegaram as eleições, seu patrono perdeu e consequentemente o jornal afundou. Sem avisar ainda por cima, pois os funcionários só souberam na segunda-feira, quando iam trabalhar. Quem deu a notícia foram os porteiros. Os funcionários se aglomeraram na frente do jornal e acabaram virando notícia nos jornais rivais. Episódio lamentável do jornalismo local.

O Também falecido jornal O Estado do Amazonas prometia inovar quando foi lançado. Realmente, ousou. Por pouco tempo. Infelizmente, não teve fôlego. Aos trancos e barrancos chegava às bancas. E no final de vida se apresentava ao leitor com uma impressão horrível, além de notícias superficiais e muito colunismo, no total eram oito colunas publicadas diariamente. O jornal pertencia à família Garcia. Logo, tinha outras intenções. E tinha. Na véspera das eleições de 2006, a filha do dono, Rebeca Garcia, então candidata a deputada federal, publicou um artigo. Seria uma propaganda subliminar eleitoreira de última hora? Sinceramente, o jornal não fez falta, exceto para os que ficaram desempregados.

E em sua opinião: qual é o melhor jornal impresso do Amazonas?

quinta-feira, 10 de abril de 2008

Made In Japan

Depois dos Transformers (2007), agora parece que virou moda levar para as telonas desenhos animados que fizeram sucesso no passado. Muito popular nas décadas de 70 e 80, o animé Speed Racer (criado nos anos 60 por Tatsuo Yoshid) finalmente foi adaptado para o cinema.

Quem interpretará o piloto, ídolo dos garotos daquela época, será o ator Emile Hirsch (Um Show de Vizinha) e sua namorada Trixie será interpretada por Christina Ricci (A Família Addams). Outro destaque do filme fica por conta da adaptação fiel do carro Mach 5 e do macaco Chim-Chim, representado por um chimpanzé de verdade.
Muita ação e aventura estão garantidas, pois quem assina a direção é nada mais nada menos que os irmãos Larry e Andy Wachowsky da trilogia “Matrix”.

Enquanto o filme não estréia (está previsto para maio de 2008), os jovens que tiverem curiosidade de assistir a animação terão que sintonizar no canal fechado Boomerang, atual possuidora dos direitos de transmissão.

Título: Speed Racer (2008)
Elenco: Emile Hirsch (Speed Racer), Christina Ricci (Trixie), Susan Sarandon (Mom Racer/mãe do Speed) e Jonh Goodman (Pops Racer/pai do Speed).

O Retorno do Verdão

Depois de cinco anos longe das telonas o incrível Hulk está de volta. Desta vez o cientista Bruce Banner (Edward Norton de “O Ilusionista”) está andando pelo mundo à procura de um antídoto para voltar ao normal, mas eis que aprece no seu caminho o novo vilão, o Abominável (Tim Roth de “Cães de Aluguel”), outro gigante, que também sofreu mutação com a radiação gama e cujos poderes batem de frente com os do Hulk.

Desta vez, o gigante verde da Marvel deve convocar o seu lado herói para salvar Nova York da destruição. Além disso, Banner terá que tomar uma difícil decisão: viver uma vida normal ao lado da única mulher que amou, Betty Ross (Liv Tyler da trilogia “O Senhor dos Anéis”), ou ser de uma vez por todas o incrível Hulk.

A direção agora está nas mãos do francês Louis Leterrier (Cão de Briga) e a estréia está prevista para junho de 2008.

Título: Hulk 2 (2008)
Elenco: Edward Norton (Bruce Banner/Hulk), Liv Tyler (Betty Ross) e Tim Roth (Abominável)

terça-feira, 8 de abril de 2008

Amazonense representa o Norte no Prêmio Nacional de Jornalismo

O estudante de Jornalismo do Centro Universitário do Norte (Uninorte) Aldrin Bentes Pontes, 23, é o representante da região Norte na final do 1º Prêmio Sebrae (Serviço de Apoio às Micro e Pequenas Empresas) de Jornalismo, que acontece em nível nacional.

Aldrin Pontes concorreu com outros candidatos da Região e foi o único a garantir vaga na final da categoria Radiojornalismo no concurso. O redator da Rádio Amazonas, onde também atua como repórter, participou com a matéria “Sebrae ajuda a desenvolver artesanato no Amazonas”, veiculada no fim do ano passado na Amazonas FM.

O prêmio Sebrae de Jornalismo visa reconhecer trabalhos veiculados na imprensa nacional relativos ao desenvolvimento das Micro e Pequenas Empresas no Brasil. O processo de julgamento é realizado em duas fases: a primeira, a regional, foi formada por cinco jurados, que escolheram os finalistas em cada categoria, por região brasileira.
Agora, os mesmos jurados vão escolher coletivamente os vencedores em cada uma das categorias que, por sua vez, tornam-se finalistas em suas respectivas categorias em nível nacional. O representante da Rádio Amazonas no concurso concorre agora nesta segunda fase com outros finalistas regionais na categoria Radiojornalismo.

Além dos vencedores nacionais nas categorias Rádio, TV, Jornal Impresso e Internet, o concurso também vai premiar o vencedor do Prêmio Especial do Júri e do Grande Prêmio SEBRAE de Jornalismo (para reportagens, em qualquer mídia, sobre a implementação da Lei Geral das Micro e Pequenas Empresas).

Na primeira edição, o prêmio obteve 618 inscrições, incluindo jornalistas de todo território nacional. Ao todo, nessa 1ª fase, foram escolhidos 90 matérias, sendo apenas uma da região Norte.


Link da página do Sebrae
http://portalimprensa.uol.com.br/premiosebrae/
http://portalimprensa.uol.com.br/premiosebrae/finalistas_regionais.asp

domingo, 6 de abril de 2008

Polícia Militar do Amazonas abre 1000 vagas para soldados.

As inscrições do concurso público que vai preencher as 1000 vagas para Polícia Militar do Amazonas começam no dia 28 de abril e terminam no dia 09 de maio de 2008. Das 1000 vagas disponíveis, 100 delas são para mulheres.

A inscrição pode ser feita no site http://www.uea.edu.br/. O candidato deve efetuar a inscrição no site e pagar o boleto no valor de R$ 35 em qualquer agência do Bradesco até o dia 12 de maio. A isenção no pagamento da taxa de inscrição será dada aos candidatos desempregados ou que recebam até 3 salários mínimos. Em Manaus, o período para solicitação de isenção vai do dia 16 a 18 de abril, no Centro de Educação Tecnológica do Amazonas - CETAM, localizado na Avenida Djalma Batista, bairro Nossa Senhora das Graças.

Nos municípios de Itacoatiara, Parintins, Tabatinga, Tefé, Boca do Acre, Coari, Eirunepé, Humaitá, Manacapuru, São Gabriel da Cachoeira, Lábrea e Barcelos serão somente no dia 5 de maio de 2008, no posto de inscrição dos municípios.

O candidato precisa conferir no site da UEA se os dados da inscrição foram recebidos e o valor pago. Em caso negativo, o candidato deverá entrar em contato com a COPEC/CETAM - Avenida Djalma Batista, Bairro Nossa Senhora das Graças.As provas acontecem no período de 28 a 30 de maio de 2008. O prazo de validade do concurso será de 2 anos, a contar do último dia estabelecido para matrícula no curso de Formação de Soldado.